A nova Faculdade de Economia da Nova!

Hucilluc foi “olhar” este lugar único que dá vida a uma universidade, a Nova SBE

A 29 de setembro foi inaugurado com “pompa e circunstância” o “campus” de Carcavelos, em Cascais, a nova Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa – a Nova School of Business and Economics (Nova SBE).

Um projeto que contou com alguns anos de existência e só foi possível a sua concretização com a realização de uma colossal campanha de angariação de fundos que permitiram financiar a edificação da Nova SBE.

Foi largamente noticiada pela comunicação social a cerimónia de inauguração que contou com a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, entre outros convidados ilustres do mundo político, académico e económico, tendo condecorado a Nova SBE com o título de membro honorário da Ordem da Instrução Pública.

Este foi o slogan com que o presidente da Câmara de Cascais concluiu a sua intervenção “Viva a Nova SBE, viva Carcavelos, viva Cascais, viva Portugal”.

A equipa hucilluc no dia seguinte respondeu à chamada e compareceu no local para “olhar” este lugar único que dá vida a esta universidade, com 46 mil metros quadrados. Grande confusão instalada – camiões a carregar material, uma quantidade imensa de trabalhadores a retirar “lixos”, outros ainda nos acabamentos, muita mas mesmo muita coisa ainda por fazer. Entramos mas o segurança avisou que não estava aberto ao público, só na próxima segunda-feira, e que só se podia tirar fotos da parte exterior. Compreensivamente foi o que fizemos, estavam no rescaldo da cerimónia.

É muito comum ver inaugurações com obras inacabadas. Na verdade a Nova SBE já entrou em funcionamento e como se pode comprovar no local as residências já estão ocupadas com os novos alunos. Mas ainda assim os terrenos limítrofes só tem “terra e pó” e algumas máquinas aí instaladas.

Não queremos ser pessimistas e muito menos alarmistas mas gostaríamos de ter visto uma outra dinâmica – uma Nova SBE em pleno funcionamento mais limpa, mais verde e com os vários espaços que a seu tempo ficarão, sem dúvida, devidamente compostos e acabados – um espaço excecional e moderno.

Ainda assim, congratulamo-nos com este projeto e parabenizamos todos os seus benfeitores que tiveram a audácia de acreditar no mesmo.

 

 

 

 

Et voilá, é uma escola que não parece, foge ao tradicional, está aberta à comunidade em geral e quem lá estuda ou trabalha pode receber as boas energias do mar ali tão próximo, já que goza de vistas privilegiadas sobre o mesmo.

Bom trabalho, boa investigação e bom lazer!!

Vivendo a evolução tecnológica

Sou do tempo em que não existia a Internet nem qualquer outra tecnologia tal como a conhecemos nos dias de hoje. Como era possível viver sem o acesso constante à informação, à comunicação instantânea a todas a facilidades introduzidas pela tecnologia?

“Sou mulher e vivi intensamente, no meu percurso pessoal e profissional, toda a transição inerente ao despontar de um novo paradigma na sociedade introduzido, em larga escala, pela tecnologia. Foram muitas as peripécias inerentes à aprendizagem das novas ferramentas tecnológicas e à necessidade de afirmação, na minha condição de mulher capaz de enfrentar os desafios e que formaram o meu modo de pensar e de agir como ser humano e como mulher.

O repto que deixo para as jovens mulheres de hoje, é que nunca esmoreçam nem abdiquem da sua liberdade de escolha de uma profissão independentemente de ser “tradicionalmente” conotada como adequada ao sexo masculino. Na área das TIC também podemos fazer refletir a nossa criatividade e a nossa sensibilidade feminina.”

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Pertenço a uma geração que viveu o despontar das tecnologias no mundo do trabalho e no dia a dia.

Sou do tempo em que a máquina de calcular, acessível aos estudantes e, já permitindo fazer programação, só apareceu nos últimos anos de faculdade.

Sou do tempo em que os computadores “mainframes” de grande porte, ocupavam salas inteiras, e começaram a ser usados pelas empresas para processamento de dados…

Sou do tempo em que se comprava um Spectrum, um dos mais influentes microcomputadores europeus de 8 bits, durante a década de 80. Compravam-se mais baratos em Andorra smile ! Era última novidade na área das tecnologias e convidavam-se os amigos para experimentar e para jogar!

Sou do tempo em que, para escrever um texto num computador, demorava horas pois, cada letra maiúscula, mudança de linha, texto composto etc, se fazia com recurso a teclas ou combinação de teclas para cada situação específica…

Sou do tempo em que, muitas vezes, por falha de energia ou outro motivo, não tendo feito a gravação do trabalho, se perdia tudo e se tinha de começar de novo …

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Sou do tempo em que, no ambiente de trabalho, se sentia resistência à introdução das tecnologias, uma resistência à mudança que em todas as sociedades existe e é exercida pelos que já dominam a forma de execução “normal” das tarefas.

Veja, mais em baixo, a história do Velho do Restelo. As suas razões e as dúvidas que levanta podem ter paralelo com a incerteza e consequências que uma evolução impensada da tecnologia, pode trazer para a vida humana.

Sou do tempo em que surgem os primeiros telemóveis, muito grandes e pesados, tinham um dispositivo de transmissão e de receção que ocupava muito espaço pelo que, os telemóveis eram utilizados fundamentalmente em carros. Depois aparecem os telemóveis de bolso, os computadores de secretária, os portáteis …. e toda a tecnologia que nos permite otimizar as tarefas diárias quer profissionais quer pessoais, que nos ajudam na prevenção e tratamento de doenças, que nos facilitam a mobilidade, que nos mantêm informados e contactáveis a todo o instante …

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Nós humanos, somos uma espécie de hábitos e, toda a facilidade introduzida pela tecnologia entrou nos nossos hábitos diários, de tal forma que, olhando para trás, me faz questionar:

“Sou do tempo em que não existia a Internet nem qualquer outra tecnologia tal como a conhecemos nos dias de hoje. Como era possível viver sem o acesso constante à informação, à comunicação instantânea a todas a facilidades introduzidas pela tecnologia?”

 

Na lista dos nos nossos desejos para 2018:  “Mais ciência e investigação ao serviço da saúde e qualidade de vida para todos nós”.

 

No decorrer deste ano, já constatámos a existência de projetos tecnológicos que nos fazem acreditar e continuar a desejar mais ciência e investigação ao serviço de todos nós!

Leia e reflita sobre as razões de: Velho do Restelo