À conversa com … Inês S.

Dando voz a jovens! O testemunho de Inês S., que cresceu num ambiente familiar de amor, onde aprendeu a ganhar asas para caminhar na vida, como pessoa independente, completa e comprometida com o que a rodeia.

Uma Jovem de 25 anos … que se atreveu na concretização de objetivos pessoais.

Inês, um exemplo de uma jovem que cresceu num ambiente familiar de amor, onde aprendeu a ganhar asas para caminhar na vida, como pessoa independente, completa e comprometida com o que a rodeia.

No conjunto dos estados-membros da união europeia (EU), Portugal é o país onde os jovens, por motivos culturais e muito devido à crise financeira que o país tem atravessado, permanecem em casa de seus pais até uma idade tardia. Aí, têm o conforto de um amor incondicional e a garantia da satisfação das suas necessidades básicas. Esta jovem que vamos apresentar teve, desde cedo, sair do “ninho” e voar com as suas próprias asas que cresceram fortes nos exemplos de vida e nos valores/ensinamentos em que lhe foram transmitidos.

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Nós: Inês diz-nos quem és, como te vês e te defines, atualmente?

Inês S.: Sou uma jovem a entrar no mundo adulto, bastante sonhadora e lutadora (mas acho que isso tenho a quem sair). Ainda me estou a descobrir…

Nunca é fácil falar de nós mas como sou uma pessoa que gosta de aceitar desafios, cá vai. Sou uma jovem de 25 anos que gosta da sua independência, daí ter desde muito cedo procurado trabalhar nas áreas que foram surgindo, atualmente trabalho num banco e faço um part-time num bar de um amigo. Sou humanitária, gosto de ajudar e preocupo-me com os outros, sou uma boa ouvinte, gosto de uma boa conversa e de uma boa gargalhada. Não me meto na vida de ninguém por isso não gosto que se metam na minha. Sou teimosa e temperamental, de natureza tímida mas também enérgica. Não gosto de me sentir limitada nem de me sentir solitária, prezo muito a minha liberdade e aprecio ficar algum tempo sozinha para poder restabelecer energias. O que posso dizer mais!? Gosto de gostar, sou sensível, feliz e boa rapariga, mas atenção não gosto que discordem de mim!

Nós: Qual o teu percurso académico? Sentes que fizeste a escolha certa em termos de formação académica ou há ainda algum tema bem diferente que, por paixão, gostarias de aprender?

Inês S.: Sempre gostei de matérias e disciplinas que puxassem pelo meu raciocínio, de ir mais além do que é visível. Abracei a área da economia, apesar de não ser a profissão com a qual mais me identifico (sempre quis a área da medicina), acho que fiz a escolha certa. Sou uma apaixonada em ajudar os outros e de certa forma, hoje que trabalho num banco, tento encontrar um equilíbrio entre a minha profissão e o bem-estar de terceiros.

Nós: Ao longo da tua juventude, para além de estudante, que outras atividades desenvolveste?

Inês S.: Desde muita nova que comecei a trabalhar. Sempre quis ser independente. Trabalhei em diversas áreas, desde da restauração a vigilante aeroportuário. A verdade é que todas as profissões que exerci até hoje me deram diferentes tipos de bagagem para o meu futuro.

Nós: Das atividades que desenvolveste, há alguma que te tenha dado especial prazer ou algum ensinamento para a vida?

Inês S.: De todas as atividades que exerci, a que mais gostei foi, sem dúvida, trabalhar com crianças, ainda que não com o espirito de um emprego/trabalho. Fiz de baby-sitter durante dois anos e ainda hoje acompanho a vida deles. É estimulante vê-las crescer, tornarem-se pequenos adultos. Acompanhar o seu desenvolvimento e zelar pelo seu bem-estar e no final ser reconhecida através de um afeto, é muito bom. O saber lidar com uma criança, nomeadamente, saber gerir comportamentos e as birras próprias de uma criança, estipular regras e fazer cumpri-las, saber respeitar a sua individualidade e ao mesmo tempo criar limites, tornou-me sem dúvida alguma uma pessoa mais responsável, mais disciplinada, mais calma e tolerante mas também mais carinhosa e preparada para assumir a construção da minha vida, do meu futuro.

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Nós: Tens alguma história que te vincou particularmente, vivida em criança ou em jovem e que nos queiras contar?

Inês S.: Sim, lembro-me de uma história vivida com a minha avó. Para não fugir à regra… Era uma vez brincava eu no quintal da minha avó com os netos de uma vizinha, meus amigos, quando a avó me chama dizendo que só tinha dois iogurtes e que não chegavam para todos. Avisou-me que quando me chamasse para lanchar eu deveria ir para dentro de casa porque ela não tinha para dar aos outros meninos. Fiquei triste e fingi não ouvir e faltei à chamada. A avó foi então comprar mais e lanchamos todos juntos. Este acontecimento marcou-me porque a avó tinha razões para se zangar comigo e não o fez e mais tarde pacientemente explicou-me a importância da partilha. Era muito pequena mas não esqueço esta avó maravilhosa que me educou e ensinou a amar e a partilhar com o “outro”.

Nós: Estando a viver fora do ambiente familiar, quais as principais dificuldades sentidas? Quais os maiores receios e como os superaste?

Inês S.: Estar só. A principal dificuldade é saber estar sozinha, aprender a conviver comigo num espaço onde ninguém está, apenas eu, saber ultrapassar o silêncio de uma casa que habitualmente não é partilhada a três, exige maturidade emocional para se aceitar esta mudança e ter a atitude certa. Mas hoje em dia, uma chamada ou uma vídeo chamada permite amenizar e apaziguar o nosso espirito e calar o silêncio – uso e abuso da tecnologia para colmatar a saudade.

Nós: Que acontecimento vivido até agora, mais te fez crescer como adulta comprometida com a vida e com a sociedade em que estás inserida?

team-965095__340Inês S.: O meu trabalho é uma aprendizagem diária. Aprendi a escutar os outros, a ser mais recetiva e a saber lidar com algumas contrariedades, a trabalhar em equipa, ser criativa diante dos obstáculos, em suma, sair da minha zona de conforto. Estou comprometida em atingir sempre os melhores resultados para alcançar o sucesso em qualquer área que me envolva e para isso conto com todos os que me rodeiam – amigos, colegas, pais, familiares, porque juntos somos mais fortes. Viver em sociedade é criar essas relações em todas as atividades que realizamos, saber respeitar e aprender a conviver com os demais.

Nós: Quais os valores que te foram transmitidos no seio da tua família que te ajudam a suportar as dificuldades que, naturalmente, vão surgindo no dia-a-dia?

Inês S.: Abraçar a vida com coragem, entusiasmo, verdade, humildade, responsabilidade e autenticidade. Se o sucesso, as realizações e os elogios são importantes não se comparam aos valores da família e da amizade, estes sim são a prioridade. Os meus pais ensinaram-me – tu podes ser sempre melhor, não te contentes com menos do que podes ser. Esta é a minha força, valorizar cada momento da minha vida. 

Nós: Citando Heródoto, filósofo grego, A adversidade tem o efeito de atrair a força e as qualidades de um homem que as teria adormecido na sua ausência.” Para uma jovem em início de carreira é essencial aprender a lidar com as adversidades da vida. Quais os teus maiores medos? Com um obstáculo ultrapassado, confiança fortalecida? É um desafio “agarrar” a adversidade e ter êxito na vida?

Inês S.: Claro que sim, os desafios aguçam-nos a arte e o engenho, “empurram-nos” para a frente, fazem-nos lutar para alcançar os nossos objetivos, a responder de forma positiva, partir à conquista dos nossos desejos, das nossas vontades e sair vitoriosos e no fim fazemos a grande Festa. Saber que somos nós os principais atores da nossa vida, que vencemos mais uma adversidade é sentir orgulho e a felicidade em nós, é o reconhecer que podemos ultrapassar todas as dificuldades, assim o queiramos. A adversidade é uma realidade que acontece na vida de todos nós, somos colocados à prova constantemente mas são oportunidades de crescimento e fortalecimento pessoal que com coragem, confiança, combatividade e muita perseverança nos permite encontrar outros caminhos alternativos e sermos vencedores dentro da adversidade.

Nós: Para a maioria dos jovens, sair de casa dos pais para estudar é a primeira experiência longe da família. Não foi este o teu caso, podes referir o motivo que te levou a passar de uma cidade com quase 509 mil habitantes para outra com cerca de 40 mil?

Inês S.: Foi a aventura, a partida à descoberta de um novo “eu” e o agarrar de uma oportunidade de um emprego com futuro. Abraçar um estágio profissional num banco com boas perspetivas de me integrar nos seus quadros.

Nós: Vivemos num país onde, ainda hoje, os jovens têm alguma dificuldade em se emanciparem financeiramente. Sentes que foi essa necessidade de se afirmar na vida pelos seus próprios meios que te fez sair de casa dos pais? Ou foi uma necessidade de afirmação pessoal?

Inês S.: Ambas. Como já disse anteriormente, sempre quis ser independente, criar autonomia financeira. A oportunidade bateu à porta e, como se costuma dizer, eu agarrei-a com unhas e dentes (abri-lhe a porta e entrei).

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Nós: Quais as vantagens e desvantagens de morar sozinha?

Inês S.: Adoro ter o meu espaço, fazer o meu próprio horário, comer quando e onde me apetece, dormir ou não dormir, eis a questão?! Dar jantares, dançar no meio da sala, enfim fazer o que me apetecer. A grande desvantagem são as tarefas domésticas, pois tenho de fazer tudo sozinha o que é bastante aborrecido (ihih) e por vezes, também temos aqueles momentos em que a companhia faz falta, não queremos estar sozinhas, mas estamos e aí o vazio da solidão faz-se sentir.

Nós: Almoçar ou jantar fora de casa, além de ficar caro, não é (tão) saudável. Foi fácil a adaptação, passaste a cozinhar e na dúvida um telefonema à mãe resolvia a situação? Adotas algum estilo de vida saudável, com hábitos alimentares sãos e a prática de exercício físico?

Inês S.: A minha mãe está sempre à distância de um clique. Ligo lhe muitas vezes para perguntar como é que ela faz determinada comida. Mas por mais que eu tente aproximar-me da sua receita, a comida dela sabe sempre muito melhor. Afinal a comida da mãe é sempre a comida da mãe. Mas atenção que o meu pai também é um ótimo cozinheiro J. Eu gosto de cozinhar e por isso tento seguir uma determinada dieta saudável, mas nem sempre é fácil. As tentações estão sempre ali ao lado.

Nós: Gerir uma mesada quando se está em casa dos pais será bem diferente de gerir um orçamento com um vencimento curto para tanta despesa inerente à sua nova condição “alone”. Como administrar, o que tiveste mesmo de aprender para gerir uma casa e um orçamento esticando o dinheiro até ao final do mês?

Inês S.: De facto, é muito diferente. Aprendi a dar muito mais valor ao dinheiro e a admirar a estratégia dos meus pais. Comecei a dar mais importância às promoções no supermercado e no comércio em geral, a dar atenção aos gastos supérfluos, a verificar da necessidade real da compra… Na verdade passei a aplicar alguns dos conhecimentos apreendidos em casa dos meus pais e a não ultrapassar o “orçamento”.

Nós: Apesar de tudo encontraste um bom ambiente e um cheirinho a família (vives próximo de alguns familiares) mas, ainda assim como se gerem as saudades da família e dos amigos?

Inês S.: Sim é verdade, tive algum apoio de familiares, o qual foi, sem dúvida, muito importante num momento, também, muito especial da minha vida – início de uma aventura e de uma nova vida. As saudades apertam sempre – mas quem são os pais que não querem ter uma casa de férias no Algarve?! Essa é a saída que encontrei para estes momentos, manter-me sempre em contacto com a minha família e programar viagens, minha ou deles, para minimizar a saudade. Depois é distrair-me com atividades construtivas, frequentar novos ambientes, conhecer novas pessoas, novas culturas, fazer novos projetos e apreciar os momentos simples da vida.

Nós: O teu testemunho pode ser inspirador para quem está a vivenciar uma experiência idêntica à tua – local novo, casa nova, emprego novo, sozinha em tudo. Pode-nos explicar como foi o teu primeiro dia de apresentação no local de trabalho, sentiste-te pequena e sozinha? Os nervos estavam à flor da pele? Qual o teu estado de espírito? Como geriste as emoções? Sentiste-te vitoriosa?

Inês S.: A agitação começou na noite anterior. De manhã surgiram as borboletas no estômago e os suores frios na coluna. A ansiedade instalou-se mas quando coloquei o pé dentro do banco, um novo “eu” renasceu. Era o meu dia, uma nova etapa iria começar. Nunca estive sozinha, sentia o apoio incondicional dos meus pais. Eles estiveram comigo desde o primeiro fim-de-semana desta aventura por terras algarvias. Apoiaram-me na minha decisão e lá estavam eles á minha espera em casa ao final do dia, com um sorriso nos lábios procurando saber como tinha corrido o meu primeiro dia. A excitação era imensa ao relatar todos os acontecimentos do dia, escutaram-me atentamente e tiveram o dom de me acalmar e dar conselhos para o dia seguinte. Não vou dizer que foi fácil mas foi muito gratificante, senti-me forte e determinada, feliz com a minha decisão e com a opção de entrar no mundo “novo” do trabalho, depois de ter acabado a licenciatura, e a ser recebida de braços abertos pelos novos colegas. E á medida que o tempo foi passando a sentir-me cada vez mais confiante e madura.

mundoNós: Quais as tuas expetativas pessoais e profissionais? Pensas continuar em Portugal?

Inês S.: A vida é imprevisível e o futuro só a Deus pertence. O meu foco neste momento é aprender e crescer profissionalmente e desenvolver as minhas competências profissionais e pessoais, estabelecer metas e objetivos a curto e a médio prazo.

ines vermelhaNós: Alguma vez pensaste que a experiência de viver sozinha, ao dar-te mais confiança e autonomia, poderá servir de “trampolim” para trabalhar noutro país? Sentes-te preparada para enfrentar a vida sozinha? Esta poderá ser uma forma de aprendizagem, de superar os medos, ultrapassar obstáculos e desenvolver competências?

Inês S.: Sem dúvida que sim. São experiências únicas que nos fortalecem, nos tornam adultos e nos preparam para a vida. É através destas experiências marcantes e gratificantes que partimos à descoberta do nosso propósito de vida. Mas uma coisa é certa: o caminho faz-se caminhando, e eu sigo… até onde as “pernas” me levarem e os sonhos me inspirarem.arvore

Hucilluc pergunta e a reposta solta-se!

(pergunta de resposta rápida)

  1. Viver sozinho é uma escolha, uma descoberta ou uma libertação? Eu diria, a junção das três.
  2. A disciplina em que adormecia sempre … geografia
  3. Onde preferes fazer exercício, no ginásio ou ao ar livre? Ar livre
  4. Algo melhor do que chocolate é … tâmara seca
  5. Preferes acordar cedo ou tarde … cedo, aproveitar bem os dias
  6. Uso o espelho para … ver-me, olhar-me nos olhos
  7. Era capaz de passar horas e horas … em frente ao mar
  8. Se pudesse ser invisível ou voar por um dia escolheria … voar
  9. As segundas-feiras deixam-me … mal-humorada
  10. Quando penso em férias, a primeira coisa que me vem a cabeça é … é praia
  11. Algo que me motiva … ser rica (uma mulher rica e uma rica mulher)
  12. Mereço o prémio de … persistência e dedicação
  13. Se criasse um grupo musical, chamava-se … hipnosis (para ficarem todos hipnotizados com a minha música)
  14. O desporto que escolheria para ser um atleta profissional é … natação
  15. Os emojis que melhor me descrevem são … a rir
  16. Se tivesse uma animal de estimação exótico, seria … arara
  17. Gostava de reencarnar como … um pássaro
  18. Se fosse um palhaço chamava-me… hipnos (para me hipnotizar com boa disposição e fazer rir os outros)
  19. Depois de um dia duro, a melhor forma de relaxar é … ir exercitar o corpo
  20. Um dos meus tesouros mais valiosos é … o meu cabelo
  21. Adoraria saber ler pensamentos para poder … rir-me
  22. Volta não volta estou sempre a sonhar que … que estou noutro planeta
  23. A última selfie que tirei foi … com a minha mãe, no meu dia de aniversário
  24. Se pudesse ser uma celebridade por um dia, seria … Bill Gates (Por ser um homem inteligente e visionário que com apenas 19 anos fundou a Microsoft, pelas suas atividades filantrópicas – criou uma fundação que pesquisa sobre AIDS, entre outros, por ser um dos homens mais ricos do mundo mas que ainda assim é um homem de causas e faz doações multibilionárias)

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Celebração de mulheres para mulheres! Mary Kay em festa!

Num encontro de mulheres onde cada sorriso cria um ambiente para além de feminino, tem-se como objetivo a partilha da beleza em todas as suas dimensões, o convívio, a interajuda e a diversão entre mulheres que se tornam amigas.

No Dia Internacional da Mulher vamos falar da celebração de mulheres para mulheres!

No Início do século XX, com a revolução industrial verificou-se um aumento significativo da mão-de-obra feminina. Numa Conferência Internacional das Mulheres Socialistas, uma mulher alemã Clara Zetkin, propôs a instituição da celebração das conquistas e das lutas mulheres trabalhadoras, pela melhoria das condições de vida e pelo direito ao voto. A primeira celebração veio a ocorrer em 1909 nos Estados Unidos. Nos anos seguintes, em outros países europeus, surgiram manifestações e marchas de mulheres trabalhadoras que lutavam pelos seus direitos. Atualmente a celebração do Dia da Mulher, já perdeu o espírito inicial das comemorações das lutas das operárias. No entanto, não podemos esquecer que há ainda, um longo caminho a percorrer para a igualdade de género.

Mary Kay em festa!  – Descubra o rosa que muda vidas!

 

 

Uma mulher há 55 anos mudou a sua forma de vida ao criar um negócio próprio com uma nova forma de perceção do que é a beleza feminina. Tonou-se um ícone na sociedade e cultura americana, levou a que outras mulheres, por todo o mundo, sintam que podem tomar conta da sua vida, envolvendo-se num negócio único, onde as ações se pautam segundo uma regra de ouro, tratando os outros como gostariam de ser tratados.

Este ano realiza-se uma campanha “Descobre a tua Paixão”!

O mês de março é o mês da celebração da mulher, em véspera do “Dia da Mulher”, aprender e cuidar de nós, é essencial para promover a nossa valorização pessoal.

Num encontro de mulheres onde cada sorriso cria um ambiente para além de feminino, tem-se como objetivo a partilha da beleza em todas as suas dimensões, o convívio, a interajuda e a diversão entre mulheres que se tornam amigas.

Foram várias as “diretoras” e consultoras que se juntaram realizando, com o seu exemplo, a regra de ouro, estando presentes para ajudar a celebrar um ano de uma unidade!

Todas participaram na festa e prestaram o seu testemunho de vida e de razões que as levaram a enveredar neste negócio. Todas buscam a realização profissional numa carreira que a própria define como concretizar. Algumas das presentes, deixaram para trás outra carreira já iniciada e estável financeiramente, mas que não lhes dava tempo para elas e família, nem o reconhecimento do seu trabalho e dedicação, para se aplicarem, de corpo e alma, a este negócio que as realiza na totalidade.

A Diretora diz que é uma empresa com produtos de topo e nós pudemos comprovar o efeito na nossa pele numa pequena sessão de beleza. Assistimos a um belo gesto, de Margarida Duo diretora sénior, simbólico da amizade entre estas mulheres, com a oferta de vaso de bolbos de jacintos, associando-lhe o significado belo e perfumado do desabrochar da flor, no desabrochar da unidade e o da renovação anual com o novo brotar de flores. Foi também oferecida uma rosa vermelha com o significado dos obstáculos traduzidos nos espinhos da rosa, que se nos deparam durante a vida e que vamos vencendo etapa a etapa culminando numa vida mais plena, simbolizada pela bela e perfumada rosa vermelha. Trabalhar nesta equipa permite que as pessoas sejam consultores da própria vida! Quanto tempo, quanto espaço, que carreira quero ter na Mary Kay!

Não deixe de contactar uma profissional que a irá mimar e orientar, no entanto, relatamos a nossa pequena experiência, o que nos ensinaram, aprendemos e partilhamos: limpar, hidratar e proteger são os cuidados básicos.

  • Limpamos as mãos com um esfoliante e aplicamos um creme hidratante. As mãos ficaram prontas para um carinho macio;
  • Limpamos o rosto com um esfoliante, sentimos a pele limpa de impurezas trazendo à superfície a nossa pele real. Aplicamos um sérum e um creme hidratante. Olhamo-nos ao espelho, vemos e sentimos que a pele ganha um aspeto mais aveludado e saudável.
  • Renovamos os lábios com um esfoliante que remove as células mortas e ativa a circulação. Os lábios ficam prontos para o creme hidratante que os deixa acetinados.
  • Depois da limpeza e hidratação aplicamos em todo o rosto um pouco de base de maquilhagem que uniformiza o tom de pele e a protege das agressões exteriores, um corretor de olheiras, um pouco de cor com um blush, rímel nas pestanas, um batom nos lábios e eis-nos prontas para conquistar o mundo!

Os contactos de quem nos mimou e nos convidou a esta celebração bem como outra informação de dicas e conselhos dados por estas especialistas, pode ser consultada em:

Dicas de Beleza – Porque nos preocupamos com o bem-estar pessoal!

Vidas Inspiradoras – O legado de Mary Kay Ash

Damos nota de que os ingredientes e produtos da Mary Kay não são testados em animais. Utiliza métodos alternativos e recorre a médicos e especialistas para comprovar a segurança dos produtos, procurando deixar um legado positivo e ambientalmente sustentável numa melhoria contínua da sua atuação.

 

 

 

Dizem-se … amigos!

Dizem-se … Amigos e são! … o que lá vai, lá vai!

O dia do Amigo do Facebook (4 de fevereiro) tem como propósito homenagear todos os “amigos virtuais”. Vi alguns “post’s” com mensagens de ternura, de afeto e de amizade que me chamaram a atenção e, num momento de interiorização, resolvi fazer um retiro de “mim entre mim” – Diz-me o que é que há … de verdade, de sincero em todas estas trocas de demonstrações públicas, nas quais também me incluo – foi o mote para a minha reflexão!

Quem não ouviu, não leu, não escreveu, não “postou” frases do tipo – apesar de ausente estou sempre presente para o que precisares, nunca ouviste dizer que é nos tempos difíceis que se conhecem os amigos? Como soa bem! – “Um verdadeiro amigo é aquele que segura na tua mão e toca no teu coração.” Gabriel Garcia Márquez.

Que retiro mais virtuoso, por vezes é bom um tempo só nosso! É gratificante perceber que o que me estava a incomodar não tinha nem um pouco da importância. O problema era “Eu”, o meu Eu falava para o “Eu interior” e dizia – o que lá vai, lá vai. Descomplica, desapega, como disse Platão “não deixes crescer a erva no caminho da amizade”.

Sentida dizia em conversa comigo, trata dessa erva, cuida do teu jardim, sem amigos somos pobres. Não te respondem, não participam, não te apoiam, não estão lá … não interessa, é porque não podem, não estão interessados, pouco importa – conta com aqueles que embora ausentes estão presentes.

Os sonhos são meus e só eu sou responsável pela sua concretização! De sonhos comuns nascem projetos, que num anseio quero abraçar. 

O projeto é teu, abraça esse blogue, reconhece o teu potencial, tens a capacidade de fazer tudo aquilo com que sonhaste. A concretização, essa é tua!

Não podemos ser reféns das expectativas que criamos ao nosso redor e que podem, essas sim, matar a nossa criatividade. A resposta está em nós – há uma máxima que a minha mãe me ensinou, não esperes dos outros o que tu e só tu podes e deves dar a ti própria.

Há uma frase de Nelson Mandela que reflete bem o meu sentir – “Sempre considerei a amizade como algo muito precioso. Mas há momentos na vida de uma pessoa em que ela é de importância singular, em que ela te torna dona do teu destino”.

Dizem-se …. Amigos e são!

Obrigada a todos – aos amigos que estão (os presentes) e aos amigos que não estão (os ausentes), porque ambos aperfeiçoam-me, enriquecem-me, “não tanto pelo que nos dá, mas pelo que nos revela de nós mesmos” e pela força que me dão para ser dona do meu próprio destino. Sou como sou porque tenho Estes Amigos!

o que lá vai, lá vai! Bem hajam!

Fica aqui o convite para reler um artigo sobre “Que valor tem a Amizade na Felicidade?” da Psicóloga Márcia Abreu Carrola no espaço Dar Voz – Opiniões.

Que valor tem a amizade na felicidade?

Porque somos amigas e queremos manter essa amizade, pedimos a Márcia Carrola, uma psicóloga pós graduada em psicoterapias cognitivo-comportamentais, que falasse sobre o tema da amizade – Uma amizade verdadeira é um tesouro na vida de qualquer pessoa!

Falar sobre Amizade.

Somos 4 amigas que gostam de partilhar ideias em perfeito respeito pela individualidade de cada uma. Temos em nós um pouco de espírito empreendedor na medida em que gostamos de produzir novas ideias e concretizar projetos. Ligadas por uma amizade que queremos verdadeira, permanente e profícua, no final de 2017, lançámo-nos na construção de um Blog onde pretendemos partilhar opiniões, locais e experiências de qualquer tipo, desde que ímpares e em harmonia com o que são os nossos valores comuns e pessoais. Nesta partilha de opiniões e experiências ímpares, cabem as partilhas de opinião e entrevistas, de pessoas que, por algum motivo, servem de inspiração a outras procurando levá-las à construção de uma vida mais plena.

Porque somos amigas e queremos manter essa amizade, pedimos a Márcia Carrola, uma psicóloga pós graduada em psicoterapias cognitivo-comportamentais, que falasse sobre o tema da amizade – Uma amizade verdadeira é um tesouro na vida de qualquer pessoa!

Que valor tem a amizade na felicidade?

2018

Márcia Abreu Carrola
Psicóloga, Membro Efetivo da Ordem dos Psicólogos
Mestre em Psicologia
Pós Graduada em Psicoterapias Cognitivo-Comportamentais

@centroMotivadaMente

Sou uma grande admiradora da imensa variedade de emoções humanas que desfilam, umas através das outras no dia-a-dia. Nós humanos somos muito mais que a nossa capacidade intelectual. Somos um imenso amontoado de emoções que podem ser equilibradoras ou desiquilibradoras da nossa essência, do nosso propósito, da nossa capacidade. Vivenciamos inúmeras emoções. Para uma emoção positiva temos o seu oposto negativo: amor/ódio, amizade/inimizade, alegria/tristeza, entre outras. Quase que conseguimos criar uma escala de intensidade de um extremo ao outro. A sabedoria popular sempre soube disto e, por isso, diz que se passa muito rapidamente do amor ao ódio. Os sentimentos são tema para se desenvolver “conversa” durante anos. Por isso, vamos nos concentrar num só sentimento, a amizade. Mas afinal o que é isso da amizade? Se formos pesquisar nos dicionários, as definições rodam todas a volta de um sentimento de afeição e simpatia recíprocas entre duas ou mais pessoas.

A amizade é um amor, mas um amor moral. Por isso para Francesco Alberoni (sociólogo Italiano) a amizade é a forma ética do Eros. Eros, na mitologia grega, era filho de Afrodite e Ares, sendo o deus do amor e do erotismo. Eros casou-se com Psique. Psique teve de prometer a Eros nunca olhar para o seu rosto. Assim, a amizade é quase um amor platónico que se alimenta de gestos de compreensão, amor fraterno e interajuda. Numa verdadeira amizade deve existir respeito pelas diferenças, dando liberdade de ir e vir consoante as necessidades e circunstâncias da vida. Sabemos que é uma amizade profunda quando voltamos a ver uma amiga da infância e o tempo parece ter congelado para nós. A amizade continua exatamente do ponto onde tinha acontecido a separação. Sabemos que mesmo com um afastamento físico a amizade prevalece.

Um ponto muito importante na manutenção da amizade prende-se com o respeito mútuo. Saber respeitar, ainda que não se concorde com a opção do outro. Deixamos o outro ir com a certeza que irá voltar magoado ou não com a sua tomada de decisão. Devemos mimar e brincar muito. Fazer partidas divertidas. Combinar saídas inspiradoras. Fazer férias juntos se possível. Nas férias existe um mundo imenso de aventuras passíveis de se tornarem numas melhores memórias de sempre.

Muitos casamentos acabam, amizades verdadeiras prevalecem. Prevalecem ao longo do tempo, adaptando o seu espaço a vida do dia-a-dia. Os filhos dos amigos passam a ser também teus, no sentido que a amizade quebra todas as fronteiras dos laços de família. Grande parte das vezes, somos mais irmãos dos amigos que dos irmãos de sangue. Muitas vezes é com os nossos amigos que construímos uma rede de apoio aos filhos. Pedimos mais facilmente ajuda ao amigo que aos pais ou irmãos.

Por tudo isto, penso que a amizade é um amor platónico. É um amor sem obrigações físicas, sem contratos ou protocolos assinados como num casamento. E como num amor “comum” dificilmente dividimos a amizade com um grupo de pessoas. Essencialmente aquela amizade especial, verdadeira. Temos muitos conhecidos mas amigos verdadeiros, amigos que fazem os olhos brilharem, que tocam bem fundo na nossa alma, contam-se pelos dedos de uma mão. Um grupo pode motivar-se em prol de um objetivo comum. São um conjunto de pessoas que querem atingir qualquer coisa que lhes trás satisfação, algum benefício. Isto é algo diferente de uma amizade intimista e privada.

A amizade é um suporte para a vida, dando conforto e interajuda. Pense um pouco … quem são os seus amigos? Amigos com A grande? O que eu lhes dou em troca da sua amizade?

É preciso alimentar de vez em quanto a amizade. Ligue. Combine um cinema. Deite “conversa fora”. Viva e seja feliz.