No dia da liberdade, respondi à chamada e fui… melhor, fomos..

No dia da liberdade, visitámos um dos testemunhos “vivos” da expansão portuguesa, o Forte de Santo António da Barra, em S. João do Estoril

No dia da liberdade, respondemos à chamada, até porque “tudo começa nas pessoas” e partimos até um dos testemunhos “vivos” da expansão portuguesa o Forte de Santo António da Barra, em S. João do Estoril. Este monumento, acabado de renovar, está classificado como de interesse público. Há que preservar a nossa história, incluindo o património edificado.  

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Inesperadamente, naquele dia 25 de abril de 2018, o convite do Presidente da Câmara Municipal de Cascais, chegou – e bem a tempo de o aceitar. E lá fui eu mais a minha cara-metade, no dia da liberdade visitar aquele Forte, que imaginem há mais de década e meia por ali passávamos todos os dias, naquela marginal, ora correndo, ora caminhando, ora de carro e não fazíamos ideia do que estava por detrás daquela vegetação tão densa e cerrada que nada mostra do que está para lá dela. 

Deveras curiosos, respondemos à chamada, até porque “tudo começa nas pessoas” e partimos até um dos testemunhos “vivos” da expansão portuguesa, o Forte de Santo António da Barra, em S. João do Estoril, para uma inauguração com pompa e circunstância – abre portas ao público para as comemorações do 25 de abril, com uma exposição sobre a sua história ao longo dos séculos.

Construído para fortificar a barra do Tejo contra eventuais ataques, passou por diversas alterações para ser adaptado a Posto Fiscal, posteriormente a campo de Férias do Instituto Feminino de Educação e Trabalho de Odivelas e, mais tarde, tornou-se residência de verão de Oliveira Salazar. Entretanto encerrado, abandonado e sujeito aos mais variados atos de vandalismo, o processo de degradação instalou-se.

É, neste momento, um forte renovado após pouco mais de um mês fruto do trabalho da Câmara Municipal de Cascais, que detém até 2019 a responsabilidade de garantir a segurança e limpeza deste espaço, monumento classificado como de interesse público. Congratulamo-nos com este facto! Há que preservar a nossa história, incluindo o património edificado.  

Ficam aqui algumas imagens atuais, resultado da nossa visita ao recuperado Forte. E ainda algumas alusivas ao Dia da Liberdade.

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Para mais informações pode consultar os seguintes links:

https://cultura.cascais.pt/list/patrimonio/forte-de-santo-antonio-da-barra-ou-forte-velho

https://www.cascais.pt/noticia/25-de-abril-em-cascais-visita-ao-forte-de-santo-antonio-da-barra

Grândola Vila Morena

Terra da fraternidade…Em cada esquina, um amigo
Em cada rosto, igualdade…Em cada rosto, igualdade ….

Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade

Dentro de ti, ó cidade
O povo é quem mais ordena
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena

Em cada esquina, um amigo
Em cada rosto, igualdade
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade

Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada rosto, igualdade
O povo é quem mais ordena

À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola, a tua vontade

Grândola a tua vontade
Jurei ter por companheira
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade

Zeca Afonso

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Cinco pianos, cinco dias nos cinco cantos de Lisboa, a duas ou a 4 mãos!

“Liberdade para tocar”. Cinco pianos no Terreiro do Paço, hoje dia 24 de abril. Programa integrado nos festejos da revolução de abril.

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A inovação acontece mesmo aqui na cidade de Lisboa, em plena Praça do Comércio, um sítio aprazível onde se convive nas muitas esplanadas aí existentes, muitos turistas, muitos veraneantes à beira rio, muitos namorados, muitas crianças correndo e brincando, muitas gaivotas e pombos, muitos cantares e sons, muitos cruzeiros, muitos tuk tuks, … tudo muito … e agora também cinco pianos.

A arte no seu melhor, disponível para quem quer experimentar e tem a sensibilidade desperta no seu coração e nas suas mãos, tem o fascínio da música consigo e quer fascinar e prender quem passa com melodias, umas lindíssimas, outras nem tanto, mas que importa as interpretações ficam para cada um … os artistas também trabalham para se escutarem!

O som até pode não ser fantástico mas e se a interpretação for?! Não valerá a pena deixar a pressa passar, ficar por ali um bocadinho e agarrar esta oportunidade que nos é oferecida?! A música tempera a vida e evita a canseira do corre-corre, pare e escute, pode valer a pena.

Qualquer pessoa pode sentar-se e improvisar – já se imaginou passar por ali e ouvir um Chopin? Não se atrase, é só hoje, dia 24 de abril. Celebra-se desta forma o aniversário da revolução de abril.