Assinalamos o Dia Mundial do Ambiente

Dia mundial do ambiente. Porque acreditamos que a “Terra é a Nossa Casa” procuramos ter uma ação comprometida e amiga com o que nos rodeia.

Porque acreditamos que “A Terra é a Nossa Casa” procuramos ter uma ação comprometida e amiga com o que nos rodeia.

A 5 de junho – em 1972 teve início a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente, em Estocolmo, na Suécia – assinala-se o dia mundial do ambiente. Os princípios orientadores da Declaração Final, pretendem “inspirar e guiar os povos do mundo para a preservação e a melhoria do ambiente humano … Defender e melhorar o meio ambiente para as atuais e futuras gerações tornou-se uma meta fundamental para a humanidade.”

 

Porque acreditamos que a mudança de comportamentos está nas nossas mãos, fazendo o que está ao alcance de cada um e, para que se inspire numa ação amiga com o meio ambiente, deixamos-lhe um pequeno vídeo e algumas ideias práticas.

Pequenas dicas para ações que estão ao seu alcance:

  • Reduza a compra e uso de produtos que não sejam essenciais;
  • Reduza a compra e utilização de sacos, copos, garrafas, pratos e outros objetos plásticos;
  • Reutilize materiais que já foram usados, use a sua imaginação e faça por si, outros objetos úteis;
  • Recicle separando corretamente todos os resíduos produzidos e deposite-os nos ecopontos;
  • Se tem filhos pequenos incentive-os nestas práticas diárias.

Temos bem presente a notícia recente de uma baleia que morreu, na Tailândia, depois de ter engolido mais de 80 sacos de plástico. Incapaz de nadar, e apesar do socorro que lhe foi prestado, acabou por morrer devido a uma obstrução provocada pela ingestão de sacos de plástico. Está nas nossas mãos não deixar acontecer estas situações! 

Ouça e inspire-se nos sons da natureza.

 

Mãe, todos os dias são teus!

Em todos os ciclos de vida a nossa mãe está presente.

A presença dos pais junto dos filhos é uma relação de conforto e ternura. Todo o acompanhamento, quer pelo pai quer pela mãe,  é o alvo primordial para o nosso bem estar.

As interações que estabelecemos com a nossa mãe influenciam, de forma mútua, as nossas vidas, as nossas experiências e os nossos pensamentos.  Em questões emocionais, o abraço, o beijo e o olhar, com a nossa mãe, permitem uma troca energética de cumplicidade e de amor.

Todos os dias são dias da mãe mas, no primeiro domingo de maio, têm um toque de flores, de lembranças, de união e do saber que emerge do papel de mãe.

Para dar continuidade, temos de reconhecer que saímos do ventre de nossa mãe, que houve um cordão umbilical que nos uniu e onde as trocas foram constantes, com base numa aprendizagem de dar e de receber desde o momento da nossa criação, dos nossos princípios e dos nossos segredos.

@Mulheres em tecnologias

As experiências podem ser vividas com sofrimento ou com alegrias, mas as mulheres sabem que o ensinamento e a partilha permite descobrir, questionar, explorar e resolver os significados dos incidentes. Jovens agarrem a tecnologia! nós mulheres adultas vamos ajudar-vos a superar as dificuldades de entendimento que ainda possam existir.

Aproxima-se o dia 26 de abril para celebrar, os passados e os futuros, anos do envolvimento das mulheres nas áreas tecnológicas – Girls in ICT. Durante este dia existem diversas oportunidades para as mulheres comprovarem que sabem de Bits (dígitos binários) e de Bytes (1 Byte significa 8 bits), uma simples referência para designar a quantidade de memória ou capacidade de armazenamento dos computadores. Esta área, atualmente, não tem vindo a colmatar as falhas de recursos humanos qualificados, em diversos contextos como as escolas, as universidades, os centros de investigação e os locais de trabalho.

Ainda existem mulheres que não conseguem atingir o seu objetivo principal de triunfar e de ver reconhecido todo o esforço e empenhamento nas áreas tecnológicas, tal como também acontece noutras áreas tipicamente dominadas pelo sexo masculino.

O tempo decorrido tem sido longo, aconteceram muitas mudanças, no entanto, a tecnologia tem sido um lugar onde as mulheres são consideradas um vírus, um malware e deparam-se com várias firewalls, onde os seus caminhos são rastreados, para conseguirem alcançar núcleos de conhecimento.

A destacar Ada Lovelace, matemática e escritora inglesa, que desenvolveu o primeiro algoritmo para ser processado por uma máquina!

São três os pilares em que assenta a segurança da informação: confidencialidade, integridade e disponibilidade. Muitas mulheres possuem uma apetência natural para lidar com a segurança da informação, das redes e dos sistemas no campo físico e no campo lógico. Sabe-se que o anti-vírus só deteta o que conhece, o que está padronizado e, as mulheres na cibersegurança, conseguem reconhecer padrões, analisar e desenhar uma evolução em sistemas locais, na web e na nuvem, com uma clara desenvoltura fazendo apelo a ações criativas e dinâmicas.

Infelizmente, não podemos registar um avanço paralelo na concretização de oportunidades que, como todos sabemos, têm sido bastante restrito, na construção e no acesso às aplicações. Parece que todas as mulheres têm de ser meras utilizadoras, quando muitas são verdadeiras administradoras das suas máquinas.

Um saber precisa de ocasiões, de ser comprovado e os caminhos de desenvolvimento são escassos e enquadram-se numa conjuntura, pouco propícia, à partilha de conhecimento de um/a para todos/as e de todos/as para um/a. Para um progresso, no sentido da autonomização é fundamental antecipar a inteligência artificial feminina, como um campo de estudo e de intervenção.

O papel de proximidade entre pares e em equipas de estudo e de trabalho colaborativo, permite reunir condições para se eleger a eficácia no campo das tecnologias, da internet das coisas e de um futuro com uma pegada digital das mulheres.

Na gestão das base de dados, as mulheres conseguem criar, consultar e remover dados estruturados, manusear tabelas, fazer scripts à base de dados e, ainda, distinguir uma chave primária de uma chave estrangeira.

As mulheres programadoras conseguem criar uma interface gráfica touchscreen intuitiva, ou não. Mas, tudo se inicia pelos primeiros passos, com o entusiasmo e as dificuldades habituais no trilhar de novos caminhos, independentemente da linguagem que se pratica.

Qualquer sistema criado, resulta do produto de uma aprendizagem que, pode ter diferentes velocidades. As várias layers constituem uma mais-valia, para as várias finalidades, desde que as configurações sejam as mais desejadas pelo utilizador.

Com generosidade, as mulheres conseguem proteger sistemas e rastrear hackers. Não permitem o comprometimento de dados nem que hajam vulnerabilidades suscetíveis de prejudicar vítimas em benefício dos atacantes.

As experiências podem ser vividas com sofrimento ou com alegrias, mas as mulheres sabem que o ensinamento e a partilha permite descobrir, questionar, explorar e resolver os significados dos incidentes.

Finalmente, jovens agarrem a tecnologia! Nós mulheres adultas vamos ajudar-vos a superar as dificuldades de entendimento que ainda possam existir.

Sou mulher e pertenço ao mundo das novas tecnologias!

A tecnologia não tem sexo é preciso abrir caminho desde cedo, para que elas passem a ser tão consideradas quanto eles na carreira tecnológica – “Pela participação das jovens mulheres na criação do futuro”.

“Porque a tecnologia não tem sexo é preciso abrir caminho desde cedo, para que elas passem a ser tão consideradas quanto eles na carreira tecnológica …há que ter atenção ao impacto que as novas tecnologias causam na sociedade como o desuso de teatros, cinemas e outros, à custa da televisão e da Internet; a facilidade de comunicação online e instantânea, constitui uma forte barreira para o encontro presencial; a problemática da segurança das redes sociais e a exposição da nossa vida pessoal ou ainda, os problemas já conhecidos de todos, a dependência das nossas crianças e jovens aos jogos e o tempo desmesurado que passam nas redes sociais ou no telemóvel.”

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O tempo passa por nós e nem damos conta de que o que antigamente se estranhava, hoje em dia entranha-se! Cada vez mais se utiliza a expressão TIC no nosso vocabulário quando falamos nas Tecnologias da Informação e da Comunicação. É certo que hoje se vive na chamada Sociedade da Informação e as novas tecnologias são uma ferramenta essencial para o processamento da informação, refletindo-se em todas as áreas da vida das pessoas, na determinação do sistema quer social quer económico, passando pelo educativo e pelo cultural, não esquecendo a área da saúde e mais…

Quando na década de 90 surgiram as novas tecnologias (as TIC’s) tudo se alterou neste nosso mundo contemporâneo, foi o princípio das tecnologias computacional articulada com a da telecomunicação, o avanço da Internet e em particular na Worl Wide Web (WWW) e em tudo o que está refletido nesse desenvolvimento contínuo e constante.

Se num primeiro instante nos questionávamos num segundo momento a adesão já era uma realidade. Mas ter consciência da grandeza das mudanças e alterações que este desenvolvimento provocado pelas TIC’s traria ao mundo e à vida das pessoas tanto no coletivo como no individual, não se imaginava nem se alcançava. Uma coisa é certa, nada na vida quotidiana das pessoas voltava a ser como antigamente, as mudanças/transformações são imensuráveis.

Como teria sido a vida das pessoas sem as novas tecnologias? Pergunta sem resposta, eu pelo menos não sei responder. A transformação aconteceu e acontece diariamente, tão simples assim. Nesta nova era onde se “socializa através da internet” já se imaginaram viver sem ela, como obter informação sobre todas as áreas do conhecimento em segundos? Impossível, não acham?

Na verdade os padrões de vida alteraram-se completamente, um novo mundo está aí e um novo mundo nos espera no futuro. O ritmo acelerado do desenvolvimento é avassalador e temos de o acompanhar e acertar o passo. Mas não podemos esquecer que se as vantagens são muitas, as desvantagens também se fazem sentir e há que ter atenção a elas e ao impacto que causam na sociedade, como seja o menor uso de recursos considerados tradicionais – o desuso de teatros, cinemas e outros à custa da televisão e da internet; a facilidade de comunicação online e instantânea, constitui também uma forte barreira para o encontro presencial; a problemática da segurança das redes sociais e a exposição da nossa vida pessoal ou ainda os problemas já conhecidos de todos, a dependência das nossas crianças e jovens aos jogos e o tempo desmesurado que passam nas redes sociais ou no telemóvel.

Mas tudo isto vem a propósito duma reflexão sobre a problemática “As mulheres e as denominadas TIC’s”, no âmbito do Dia Mundial das Jovens Mulheres nas Tecnologias da Informação e da Comunicação, em que mais uma vez o Departamento de Informática da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa promove o Girls in ICT 2018, a ter lugar a 26 de abril.

Porque também aqui a tecnologia não tem sexo é preciso abrir caminho desde cedo, para que elas passem a ser tão consideradas quanto eles na carreira tecnológica – “Pela participação das jovens mulheres na criação do futuro”. As oportunidades estão aí agarrem-nas, elas são vossas!

Sou mulher “do mundo das novas tecnologias”. Tenho dito!

D.

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