Convento do Beato

Descobrir Lisboa, a nossa cidade, começa com o conhecimento da sua história, das suas tradições e também dos seus eventos que acontecem aqui e ali.

  • Nós as 4 à descoberta da História do Convento do Beato:

O Antigo Convento do Beato António ou Convento de São Bento de Xabregas remonta ao século XV, no reinado da Rainha D. Isabel. No entanto, é no século XVI, que Frei António da Conceição, segundo reza a história, com apenas 7 tostões que recebera de esmolas conseguiu dar início à sua construção. Acabou por ser aclamado como o Beato António e a sua magnificente obra Convento do Beato.

Para além de ter funcionado como um templo religioso foi ocupado pelo Hospital Real Militar, posteriormente por uma moderna unidade fabril onde funcionou pela primeira vez em Portugal uma máquina a vapor e onde a marca “Nacional” se desenvolveu.

  • Aqui

Aceite o convite e aventure-se em conhecer a beleza histórica e arquitetónica do Convento do Beato, património classificado de interesse público, onde é possível pelas suas características excelentes de localização e de infraestruturas, polivalência e amplitude de espaço realizar todo o tipo de eventos (casamentos, exposições ou outros acontecimentos sociais), apto para si que está a passar por Aqui.

  • Ali

No passado dia 4, no Convento do Beato, aconteceu Ali um desfile comemorativo apresentado pela estilista Fátima Lopes, para lançar a sua coleção Primavera/Verão 2018. Desfile cheio de história e significado muito especial, pois foi neste local que realizou há 25 anos a sua primeira coleção.

Para além do desfile a estilista apresentou ainda uma exposição com 25 peças, uma de cada ano da sua carreira.

Também vai realizar-se Ali um jantar solidário no próximo dia 11 de novembro, para apoiar as iniciativas da Let´s Help, um fundo de investimento social que ajuda instituições sem fins lucrativos, cujo lucro reverterá a favor desta Associação.

Menu de luxo, elaborado por 4 chefes de luxo – Sá Pessoa, Justa Nobre, Vítor Sobral e João Rodrigues, num desafio único e ímpar, por uma causa solidária!

Atreva-se, seja solidário e compre o bilhete à venda nos locais habituais!

Ainda Ali no Beato, mas não no convento, pode visitar a custo zero, a exposição “Attero” de Bordalo II, artista conhecido em Portugal, e não só, pelos seus murais de animais com recurso a lixo – demonstrando por esta via o seu manifesto ambiental. Esta é a primeira grande exposição a solo que pode apreciar no atelier desta artista e que pode ser vista de 4ª feira a domingo, das 14h às 20h..

Divirtam-se! E sigam-nos…

D.A.B.A

1 de novembro: Dia de Todos os Santos e dia de Pão por Deus

  • O Dia de Todos os Santos é um feriado nacional cuja origem remota ao século II em honra de todos os santos conhecidos e desconhecidos, mártires e cristãos heroicos. Celebra-se ainda o dia dos Fiéis defuntos, por antecipação, homenageando todos os que já partiram.
  • Na véspera, dia 31 de outubro, á noite festeja-se o Dia das Bruxas ou Halloween, nome pelo qual é conhecida a noite das bruxas.
  • O Dia de Pão por Deus ou o Dia dos Bolinhos é uma tradição muito Nossa (portuguesa) celebrada no dia de Todos os Santos, que está ligada ao ritual cristão de oferecer alimentos aos defuntos, pão, bolos, vinho, etc.. As crianças que em pequenos grupos pedem de porta em porta o Pão por Deus” representam as almas dos mortos que “nesse dia erram pelo mundo”.

Curiosidades – leia e leve

  • O outrora hospital de Todos-os-Santos, atualmente designado por Hospital de São José, foi destruído no seu próprio dia – de Todos-os-Santos –, com o terramoto de 1 de novembro de 1755. Sabia?

Convívio com a palavra – poetize, leia e leve

Versos para pedir o Pão por Deus

  • As crianças terão primeiro de recitar versos aos moradores das casas onde vão pedir os bolinhos, frutos secos, chocolates… etc. Deixamos aqui alguns exemplos de cantilenas:

“Ó tia dá Pão por Deus?
Se o não tem Dê-lho Deus!”

“Pão por Deus,
Fiel de Deus,
Bolinho no saco,
Andai com Deus.”

Truz! Truz! Truz!
A senhora que está lá dentro
Assentada num banquinho
Faz favor de s’alevantar
P´ra vir dar um tostãozinho.”

  • Quando se recebe algo, “agradece-se” em verso:

“Esta casa cheira a broa
Aqui mora gente boa.
Esta casa cheira a vinho
Aqui mora algum santinho.”

  • Quando não se recebe nada, “mostra-se o desagrado” em verso:

“Esta casa cheira a alho
Aqui mora um espantalho
Esta casa cheira a unto
Aqui mora algum defunto.”